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domingo, 1 de setembro de 2013

Porque é importante que o bebê engatinhe?


Engatinhar é necessário para o desenvolvimento do bebê 
 
Muitas vezes os pais acham que se o bebê andar logo é porque ele é mais inteligente ou mais esperto. Mas você sabia que é muito importante para o desenvolvimento neurológico do bebê que ele engatinhe?
Pois é a mais pura verdade.
Todas as etapas do desenvolvimento de uma criança são igualmente importantes, mas o engatinhar estimula o desenvolvimento sensório-motor. Pular a fase do engatinhar pode trazer prejuízos no desenvolvimento da criança.
Estudos realizados pelo Instituto de Psicologia Neurofisiológica de Chester, na Inglaterra, indicam que os bebês são colocados muito tempo sentados em cadeiras e pouco tempo no chão, impedindo a oportunidade de engatinhar, levando a prejuízos na fala e escrita.
A partir do sétimo mês, aproximadamente, os bebês começam a perceber que eles e as mães não são a mesma coisa. Juntamente com essa consciência vem também a consciência de seu corpo. O bebê vai então desfrutar de uma incrível sensação de liberdade. Ele estará apto para realizar as primeiras expedições pela casa.
"É a descoberta de um novo mundo, a criança cria novas relações espaciais e ganha um repertório mais amplo", afirma Dr. Mauro Muszkat.   Agora, tudo é uma ação motora. "A partir da experiência corporal, das novas vivências, o bebê constrói  imagens e pensamentos", acrescenta a psicomotricista Izabel Bicudo.
O desenvolvimento das crianças pode ser avaliado por três aspectos: neuromotor, anato-fisiológico e psicológico.
O primeiro é responsável pela consciência do eixo corporal, que é fundamental para o equilíbrio e as noções de lateralidade (percepção do que está à direita ou à esquerda, na frente ou atrás...).
O segundo está ligado ao fortalecimento muscular, à formação da curvatura cervical e lombar - posicionando a coluna de forma mais correta , e à curva plantar, que o pezinho do bebê não tinha antes.
O terceiro é a  fase de início de independência, de autonomia e mobilidade, a criança descobre que a mãe é uma coisa e ela outra. “Até então, o bebê achava que ele e a mãe eram a mesma pessoa. O desenvolvimento psicológico surge a partir das experiências corporais", completa Izabel.
Então, coloque seu filho no chão e deixe que ele ganhe o mundo. Ok, você vai me perguntar: “mas meu filho já anda e não engatinhou. E agora? Ele não se desenvolverá por causa disso?
Na verdade, mesmo que ele tenha pulado essa fase importante e já esteja andando, você pode estimulá-lo a engatinhar com brincadeiras. Estimule-o a engatinhar espalhando brinquedos de seu interesse pela casa. Você também pode imitar o ato de engatinhar, logo ele achará um barato engatinhar atrás de você e vai adorar a nova  brincadeira. O importante é que ele não pule essa fase.
A vivência que a criança adquire arrastando-se pelo chão é fundamental para o amadurecimento do mesencéfalo - parte do cérebro responsável pela remessa de mensagens ligadas à realização de movimentos. Com o deslocamento do bebê, os dois hemisférios cerebrais passam a trabalhar unidos. E o mais importante: não tenha receio de seu filho engatinhar. Deixar a criança no chão é ótimo para o desenvolvimento dela. Prepare o ambiente para que fique seguro e confortável. Cuidado com tomadas, quinas de mesa e outras situações que possam colocá-lo em perigo. Se achar necessário, faça alguns possíveis caminhos nessa posição, você poderá observar o ambiente pela visão do bebê e terá mais chances de notar situações perigosas.
Fonte:  http://papodebebe.rozenlandiababy.com.br

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Cinco distúrbios do sono das crianças


Conheça alguns dos principais problemas que seu filho pode apresentar enquanto dorme.
 
Despertar noturno: Você acorda no meio da noite com seu filho chorando e gritando, mas quando chega perto, ele parece ainda estar dormindo. Não se assuste, isso é apenas um despertar noturno. “Até os 3 anos a criança manifesta que acordou em média duas vezes por noite, fora as outras em que volta a dormir sozinha”, diz a pediatra Marcia Pradella-Hallinan. Pode ser até que ele sente na cama e abra os olhos, mas o despertar é apenas parcial. Então, evite mexer na criança. Se o chamado for insistente, converse calmamente e diga que ainda não é hora de acordar.
Bruxismo: Nesse caso, a criança range os dentes durante o sono. Pode aparecer e desaparecer espontaneamente entre 1 e 2 anos, quando os dentes estão nascendo, e por volta dos 10 anos, quando a dentição permanente começa a surgir. Mas se o seu filho bate os dentes com frequência à noite e parece que eles vão quebrar, é preciso consultar um dentista. Além do desgaste da arcada dentária, o bruxismo pode causar dor de cabeça e na mandíbula. Não existe cura, mas dá para atenuar os sintomas com medicação e o uso de placas que não deixam um dente bater  no outro.
Apneia: Normalmente vem acompanhada do ronco e pode ser identificada como pequenas pausas na respiração. “Acontece por volta dos 2 e 3 anos, quando as amídalas e a adenoide se desenvolvem num ritmo mais acelerado do que as vias aéreas”, explica Marcia Pradella-Hallinan. As estruturas ficam apertadas e a passagem do ar se torna mais difícil, o que pode causar a obstrução total da respiração. Essas paradas prejudicam a oxigenação dos tecidos do corpo, por isso, em geral a apneia precisa ser tratada com cirurgia.
Sonambulismo: Cerca de 40% das crianças podem ter uma ou outra crise, principalmente entre 3 e 7 anos. A não ser que aconteça todos os dias, não é preciso fazer tratamento. O principal é prevenir acidentes, como manter as janelas fechadas e os objetos pontiagudos em local seguro. Os episódios costumam durar de 2 a 3 minutos e você não precisa acordar seu filho, apenas encaminhá-lo de volta à cama com tranquilidade.
Enurese noturna: Mais uma vez seu filho acordou com a cama molhada? Isso é normal até os 4 anos, quando ele ainda está aprendendo a controlar os esfíncteres durante a noite. “Depois dessa fase, pode ser que a criança faça xixi na cama de vez em quando, mas se for algo constante, é preciso investigar”, afirma a pediatra Ana Maria Escobar. A causa pode ser genética ou até psicológica, mas você pode ajudar evitando líquidos até duas horas antes de seu filho dormir.
Fonte: www.revistacrescer.globo.com -  texto de Fernanda Carpegiani e Malu Echeverria

O banho do bebê no inverno pede mais atenção das mães

Evite que ele sinta frio e drible os problemas que causam irritação ao bebê

Quando o inverno chega, a hora do banho é prorrogada até o último minuto. Sentimos frio só de pensar em se despir. E depois, com o banho terminado, não temos vontade de deixar o chuveiro por nada. O frio demanda uma preparação maior para o banho mesmo. Mas, se para os adultos é assim, imagine para os bebês. "O banho do bebê precisa ser um momento de segurança e prazer tanto para a criança como para a mãe. No frio, as mães precisam prestar mais atenção com relação a preparação do ambiente para não haver desconforto", explica a enfermeira Mary Kazumi Ikezawa, gerente das clínicas pediátricas do Hospital São Paulo.
Para evitar que a hora do banho seja um facilitador para que seu bebê tenha problemas típicos do inverno, como gripes e resfriados, preste atenção nas dicas a seguir:
Qual o momento ideal?
A hora do banho é a mãe que define de acordo com sua disponibilidade de horário. No entanto, alguns pontos precisam ser considerados. É importante que a criança não seja banhada depois de ter sido alimentada para evitar que ela fique enjoada ou com mal-estar. "Após a amamentação, a mãe deve esperar no mínimo duas horas para dar banho no bebê", afirma Mary Kazumi.
Em dias de inverno, evite banhar a criança nos períodos da manhã e da noite, pois são os momentos de temperatura mais baixa e, portanto, o impacto da baixa temperatura no corpo da criança será maior. "O ideal é que o banho seja realizado no começo ou no meio da tarde", indica a especialista.
Mas não adianta só levar em conta o horário mais quentinho. Além disso, Mary Kazumi diz que a mãe deve perceber também se a criança está disposta. "Se o bebê apresentar sonolência, lentidão ou se as extremidades, como mãos e pés, estiverem frios e os lábios arroxeados, o banho deve ser adiado ou evitado. Caso isso aconteça, a mãe deve manter a criança bem aquecida", diz Mary.  
A temperatura ideal
Uma vez escolhida a hora do banho, a temperatura da água precisa ser muito bem ajustada. "Com o frio do inverno, as mães têm tendência de preparar a banheira com água superaquecida, porém, isso pode ressacar a pele do bebê. O ideal é manter a água morninha, levemente quente", ensina a especialista.
Para saber se a água está morna, mergulhe na água a parte de dentro do antebraço. Como nessa região do corpo, a pele é mais fininha, você vai sentir se a temperatura estiver boa. Se a temperatura da água estiver mais quente que o ideal, a pele do bebê te dará os sinais, ficando vermelha.

 Higienização
O que poucas pessoas sabem é que, por ser muito sensível, a pele da criança pode ficar irritada ou ressecada até mesmo com xampus e sabonetes específicos para bebês. Por isso, a especialista em enfermagem indica que o sabonete deve ser usado em poucas quantidades. "Uma gotinha, apenas nas dobras do corpo, como axilas, pescoço, genitais e glúteos, já é suficiente para que o bebê fique bem limpinho. A mania que as mães têm de querer deixar a criança cheirosa pode gerar incômodos para os pequenos", diz Mary Kazumi.
 
Aqueça o ambiente
 
Deixar o lugar bem aquecido é fundamental para evitar que a criança leve um choque de ar frio, após a saída do banho. A especialista do Hospital São Paulo atenta para a necessidade de a mãe aquecer o ambiente em que a criança será higienizada ou vestida. "Fechar todas as portas e janelas é fundamental. Se a mãe tiver um aquecedor de ambiente deve usá-lo para esquentar o quarto (ou o banheiro). Deixá-lo dez minutos ligado antes do banho, já é suficiente para esquentar o ar", indica.
Além disso, a mãe deve manter a roupa que a criança irá vestir por perto. "A roupinha não deve ficar no banheiro porque pode ficar úmida. Mas é bom que ela já esteja separada, para evitar que a criança não fique muito exposta. Quando o banho for finalizado, a mãe deve enrolar bem o bebê rapidamente na toalha (que deve ser macia) para colocar a roupinha."

Banheira ou chuveiro?
A banheira é um objeto indispensável para o banho da criança. Até dois anos ela deve ser usada, pois além de permitir que a mãe tenha maior controle sobre a criança, o objeto se assemelha ao ambiente intrauterino, deixando o bebê mais confortável. Se a mãe não tiver banheira em casa, uma bacia grande pode resolver o problema. O chuveiro só deve ser usado quando as crianças estiverem um pouco maiores. "O jato de água do chuveiro em um bebê muito novinho é um estímulo forte para a criança e pode deixá-la agitada e incomodada. Além disso, o chão gelado e escorregadio é também um perigo para o bebê."
 
Fonte: www.minhavida.com.br – texto de  Andressa Basilio

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Saiba como cuidar dos pés e das unhas do bebê


 
Fome, sono e cólicas são as causas de choro mais comuns entre os bebês. Um problema simples de resolver, mas muito desconfortável, costuma passar despercebido pelos pais: a falta de cuidados com as unhas do pé da criança. Dores causadas porque ele esperneou demais, e acabou batendo em alguma coisa, ou um cantinho de unha que inflamou incomoda bastante e, nem sempre, recebem a atenção merecida. A podóloga infantil Yumi Ikeda, de São Paulo, afirma que a maioria dos pais faz a escolha dos calçados infantis sem pensar no quanto o modelo pode atrapalhar o crescimento das unhas, por exemplo. Veja os conselhos dela e de outros especialistas para manter os pés do seu filho longe de qualquer incômodo.

 
Corte as unhas  com cuidado!
 A podóloga infantil Yumi Ikeda afirma que o melhor momento para cortar as unhas do bebê é quando ele está dormindo. "Antes de começar, lave bem as mãos e use somente instrumentos esterilizados. O formato do corte depende do formato do dedo da criança. Mas, em geral, procure fazer um corte reto, que deixa os cantos crescerem para fora da pele", afirma. Cortes arredondados favorecem o surgimento de unha encravada. A manutenção deve ser feita a cada 20 dias. No caso de haver peles mortas no dedo do bebê, é melhor consultar um profissional de podologia infantil antes de cortar - isso evita machucados e inflamações.
 
Unhas encravadas
Além de fazer o corte correto das unhas, evitar macacões ou meias que apertam demais os pés do bebê é fundamental para prevenir inflamações na unha. "O atrito e pressão dessas peças junto à pele pressiona as unhas, que acabam encravando", afirma Yumi Ikeda. Procure optar por sapatinhos com materiais mais flexíveis ou de numeração maior.

Nada de macacão e sapato apertado
 

"Os ossos dos pés vão se formando com o passar dos anos e, por isso, é muito importante optar por calçados que permitam o crescimento dos pés", conta o ortopedista Sérgio Costa, de São Paulo. Segundo ele, macacões fechados nos pés precisam ser mais folgados para permitir que os dedos se movimentem. Também é preciso respeitar o formato e o tamanho dos pezinhos na hora de escolher modelos com a frente mais quadrada ou arredondada, por exemplo.
Calçado ideal
Em vez de escolher o sapatinho mais bonito, prefira o modelo mais confortável para o seu bebê. Algumas características ajudam nessa escolha: procure modelos com formato anatômico, presença de uma palmilha elevada na região do arco longitudinal (aquela curvinha na parte de dentro do pé), solado antiderrapante e material firme e estável - solados de borracha e couro bem molinho, com revestimento interno de tecido, são boas opções.
 
Higiene adequada
O pezinho precisa ser cuidadosamente enxugado após o banho do bebê, com atenção especial entre os dedinhos. Apesar de eles ainda não se sujarem muito e mal andarem, é preciso sempre deixar os calçados arejados e as meias limpas, trocadas com frequência. Isso evita não só o mau cheiro, como fungos e bactérias que se desenvolvem em locais escuros e úmidos.
 
De olho na curvatura
Alguns bebês podem ter pouca curvatura dos pés. Mas, na maioria das vezes, isso não é motivo de preocupação até os cinco anos de idade, quando o formato dos pés finalmente se define. "O desenvolvimento dessa curvatura é gradual, acompanhando o crescimento dos ossos da criança", afirma o ortopedista Sérgio Costa. O médico lembra que esses ossos são pequenos e bem frágeis, podendo se deformar com fatores externos, como calçados inadequados ou modo de caminhar errado. Caso os pais notem alguma alteração no pé, o ideal é mostrar o problema ao pediatra e verificar se há necessidade de alguma correção ortopédica.
 
 Protetor solar
Os pés não devem ser esquecidos na hora de passar protetor solar. A pele do bebê é bem mais fina e delicada que a de um adulto e, por isso, ainda mais sensível ainda aos raios solares. Seja na praia ou quando o bebê ficar descalço em um ambiente ao ar livre, mãos e pés precisam  estar sempre protegidos contra os raios ultravioletas. 
 
 
Fonte: texto de Letícia Gonçalves - http://www.minhavida.com.br
 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Como ajudar um bebê com prisão de ventre



Seu bebê está chorando e você já tentou praticamente tudo em que pôde pensar. Já o alimentou, trocou sua fralda, ninou, mas nada deu certo. E então você se lembra de que faz um bom tempo que o intestino do bebê não entra em ação.

Seu pequenino está com prisão de ventre e isso deixa os bebês bem tristes. E agora, o que fazer? Eis algumas dicas que podem ajudar você a ajudar o bebê a fazer as pazes com a barriguinha:
  • Massagem. A massagem suave na região abdominal pode ajudar o intestino do bebê a liberar bolhas de gás e também liberar as fezes. Outro recurso que pode ajudar é segurar as pernas do bebê e, devagar e com cuidado, pressionar os joelhos dele sobre o abdômen — sem muita força — apenas forte o bastante para ajudar na movimentação intestinal.
  • Alimentação. Verifique na dieta do bebê se não há alimentos que prendem o intestino. Verifique como tem sido a alimentação dele. Se seu pequenino já está com uma dieta sólida, certifique-se de que ele esteja comendo uma boa quantidade de frutas e outros alimentos que ajudam a regular o intestino. Não lhe ofereça alimentos que prendem o intestino (como queijo, por exemplo). Se ele ainda é bem pequeno, mas não está mamando leite materno, talvez seja bom verificar com o pediatra se o leite que você está dando não é muito forte para a digestão do bebê. Se esse for o caso, o médico provavelmente irá sugerir que mude para um leite mais leve e que não cause a prisão de ventre.
  • Suco. Bebês maiores podem mamar sucos para ajudar a regular o intestino. Experimente oferecer suco de maçã ou de ameixas secas diluído em água. É bom diluir o suco, que pode ser muito ácido e causar assaduras nada agradáveis.
  • Banho morno. Um banho morno também pode ajudar a região intestinal, fazendo com que os músculos se relaxem, permitindo uma maior movimentação intestinal.
  • Supositórios. O uso de supositórios pode também ser útil, mas essa deve ser a última opção. Pergunte ao pediatra se o uso de supositórios será bom para seu pequenino e peça que ele recomende a dose correta.
A prisão de ventre pode trazer transtornos para você e para o bebê e impedir que ele consiga dormir e se alimentar. Isso pode levar o bebê a chorar por estar muito cansado e por causa das dores e do desconforto. É bom se lembrar da última vez que o intestino de seu pequenino entrou em ação para não perder muito tempo tentando adivinhar o motivo de o bebê estar tão nervoso e incomodado.

Fonte: Traduzido e adaptado por Wagner Vitor do original How to help a constipated baby, de Kelsie Stanfill.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Soninho merecido: Como fazer os bebês dormirem a noite toda


Choro fácil, irritabilidade, mau humor, falta de atenção são apenas algumas das consequências do mau sono dos bebês. Os efeitos nocivos de noites mal dormidas atingem também os pais, que passam a sofrer com insegurança, frustração diante da situação, sensação de fracasso e cansaço, principalmente, cansaço.
Segundo o Dr. Eduardo Estivill, autor do livro “Nana, Nenê”, terminados os primeiros sete meses de vida, no máximo, a criança deve ser capaz de dormir sozinha cerca de onze ou doze horas seguidas.

Se seu filho ainda não dorme assim, é preciso ficar claro que: ele não tem nenhuma doença, nenhum problema psicológico, não é um mimado (como você já deve ter ouvido alguém falar) e, principalmente, não é culpa de vocês! O que acontece é que ele ainda não aprendeu o hábito de dormir. Pode parecer estranho, mas dormir, assim como comer, é um hábito que deve ser adquirido. Alguns bebês aprendem mais rápido, outros têm mais dificuldade.
Com as dicas a seguir, vocês ajudarão seu bebê a dormir mais facilmente e, o que é melhor, dormir a noite inteira.

1) Iluminação: é muito importante que, desde cedo, o bebê aprenda a distinguir o dia e a noite. Para isso, deixe as janelas e a iluminação natural durante as sonecas do dia. À noite, o quarto deve estar escuro.
2) Ruído: durante o dia, assistir à TV em um volume normal, conversar no tom costumeiro, deixar as janelas abertas, passar o aspirador de pó na casa. Enfim, deixe a família seguir com sua rotina normalmente. Assim, o bebê aprenderá rapidamente a distinguir os sons do dia e os da noite.

3) Temperatura: verifique se a temperatura do quarto está agradável. Nas noites mais frias é melhor agasalhar mais o bebê do que usar cobertores, porque, conforme eles se mexem durante a noite, é comum se descobrirem e despertarem com frio.
4) Refeições: para ajustar o relógio biológico de seu filho ao ciclo de 24h (o que deve ser feito a partir dos 3 meses de idade), é importante fixar os horários das refeições. A definição dos horários deve ser feita de acordo com a rotina da família, por exemplo: desjejum às oito horas, almoço ao meio-dia, lanche às dezesseis horas e o jantar às vinte horas.

O importante é que a hora de ir pra cama seja fixada entre oito e oito e meia da noite, pois esse é o momento do dia em que o sono vem mais facilmente para as crianças.
5) Rotina: estabelecer uma rotina apropriada para a hora do sono é um dos elementos mais importantes para ajudar seu filho a dormir bem e a noite toda. Todos os dias, siga os mesmos passos, que podem ser: primeiro um banho, depois o jantar, em seguida, dez minutos de uma atividade agradável e tranquila que vocês farão juntos (aqui em casa cantamos uma canção, contamos uma história e fazemos uma oração), depois, é dar boa noite e sair do quarto com a criança ainda acordada.
É importante ressaltar que durante o sono, tanto do adulto como do bebê, existem uma série de pequenos despertares, que duram apenas alguns segundos. Neles, o cérebro do bebê exige que sejam mantidas as mesmas condições externas de quando ele adormeceu. Ou seja, o bebê que adormeceu sendo embalado, vai querer continuar a ser embalado quando despertar. Se dormiu mamando, vai querer continuar mamando, e assim por diante. Por isso, ao estabelecermos a rotina da hora de dormir para nosso bebê é preciso fixar apenas os elementos externos que ficarão com o bebê durante toda noite.
Escolham um móbile ou boneco que a criança já tenha (bebês pequenos não devem ter brinquedos dentro do berço pelo risco de sufocamento), dê um nome para o brinquedinho e diga que a partir de hoje esse novo amiguinho vai dormir sempre com ele.

 6) Tranquilidade: lembrem-se que dormir é um hábito que precisa ser aprendido. Tenham paciência e estejam calmos. A tranquilidade dos pais durante o processo é, provavelmente, o elemento mais importante de todos, pois transmite segurança ao bebê.
Coloque em prática esses seis passos e veja como eles, certamente, ajudarão o bebê (e os pais!) a dormir mais facilmente e durante a noite toda.



quinta-feira, 7 de março de 2013

Sapinho - Pontinhos brancos no bebê


Já aconteceu de seu filho apresentar pontinhos brancos na boca? Às vezes, pode ser apenas resíduos do leite. Mas nem sempre é isso.
O sapinho, como é popularmente conhecido, é uma das infecções mais comuns que ocorre nos bebês, principalmente de até seis meses de idade.
São pontinhos brancos que surgem na região oral, como língua, parte interna das bochechas, céu da boca, cantinhos dos lábios e até mesmo nos lábios.
Na tentativa de remover esses pontinhos, os pais não conseguem tirar os pontinhos da boca do filho. Pior, quando os pontinhos finalmente saem, a região fica avermelhada e, por vezes, chega até sangrar. Portanto, é melhor as mamães ficarem atentas, pois isso são sintomas do sapinho.
Seu verdadeiro nome é monilíase e é causada por um fungo chamado candida albicans, que causa a candidíase, por isso o sapinho também é conhecido como candidíase oral.
O fungo causador do sapinho é encontrado naturalmente no trato digestivo de todos os seres humanos sem causar nenhuma complicação. Quando a imunidade cai o nosso organismo não consegue combater esses fungos que se multiplicam e começam agir, causando as infecções.
É o que acontece com o bebê. Seu sistema imunológico não é maduro o suficiente para combater esses fungos e o sapinho acaba por aparecer. Os pontinhos brancos podem surgir além da região da boca, como também na região genital.
Sabão e outros cuidados - Para prevenir o aparecimento do sapinho a forma mais simples e prática é a higiene. Lavar as mãos sempre antes de manusear o bebê, esterilizar chupetas e mamadeiras antes de oferecer aos pequenos e fazer a troca das fraldas frequentemente.
A mamãe também deve evitar dar beijos na boca do bebê. É um gesto de puro carinho, mas esse ato facilita a entrada do fungo que se encontra na boca da mãe para o filho. Ao contrário de um adulto sadio, o bebê não tem imunidade perfeita, o que possibilita a invasão de seres invisíveis a olho nu. Entre os inimigos estão o sapinho.
Não há muitas complicações com essa infecção, mas o sapinho coça e pode chegar a doer, fazendo que o bebê perca a fome ou mesmo não consiga amamentar ou sugar a mamadeira devido a dor. Isso pode causar uma desidratação e perda de peso.
O tratamento normalmente é realizado à base de antifúngicos receitados pelo pediatra. Os talheres, chupetas e mamadeiras devem ser esterilizados, matando o fungo.
A mamãe deve observar se seus seios não estão com sapinho. Caso note esse problema, passar antifúngicos nos bicos para não tornar um ciclo vicioso, onde bebê passa o fungo para a mamãe e mamãe passa para o bebê.
Dicas
Nunca se esqueça da higiene, principalmente das suas mãos, antes de cuidar do seu bebê.
Se a chupeta caiu no chão é melhor esterilizá-la para depois colocar novamente na boca do bebê que ainda não tem sua resistência total.
E lembre-se que sapinho não aparece somente na boca, na região genital também e merece todos os cuidados.
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br – texto de   Bruno Rodrigues

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Arrumando o armário do bebê


 
Ao montar o quarto do seu bebê, dê uma atenção especial ao guarda-roupa.
Ele precisa ser projetado para que você tenha rapidamente tudo à mão.
O armário infantil deve ter espaço para pendurar roupas, gavetas e prateleiras como o dos adultos, só que em proporções menores, adaptado ao tamanho das roupas dos bebês.
Mas um bom projeto para o móvel não basta. É preciso organização para que ele fique funcional.
Antes do bebê nascer, arrume o armário separando as roupas por tamanho e tipo. Por exemplo, deixe as peças RN à vista e guarde as roupinhas maiores, que ele vai usar dentro de alguns meses, nas prateleiras mais altas ou no fundo das gavetas.
Deixe as roupinhas do dia a dia, macacões, camisinhas pagão e casaquinhos nas gavetas e prateleiras  de mais fácil acesso. Dessa forma, você não vai precisar se agachar ou se esticar toda para alcançar a roupa no alto no armário enquanto estiver trocando o bebê.
Use caixas sem tampas dentro do armário para guardar fraldas, babadores e paninhos que precisam estar sempre à mão.
As roupas mais delicadas, com rendas, babados, fitinhas e as engomadas, podem ser guardadas no armário dentro de sacos de tule ou outro material furado. Assim, elas ficam protegidas da poeira e ao mesmo tempo arejadas e livres de bolor e manchas.
Conforme o bebê for crescendo, dispense as roupas que não cabem mais. Elas precisam dar lugar para as novas que vão chegar. Nos primeiros meses de vida, a rotatividade de roupas é grande e você precisará fazer arrumações com freqüência para manter o espaço organizado.
Lembre-se que todas as roupas do bebê devem ser guardadas em um local limpo e arejado.
 
Fonte Guia do Bebê